segunda-feira, 2 de março de 2009

Coisas Fantásticas...

Gosto de domingos assim...
Livros, tv, música no i pod e tu...
Adorei quando adormeceste agarradinho a mim ;-)

P.S. - Toca a melhorar L., a Tia detesta ver-te doente.
Um grande beijo meu Amor!

You make me feel like dancing...



Leo Sayer - You make me feel like dancing (1976)

You make me feel like dancing
I wanna dance the night away
You make me feel like dancing
I wanna dance the night away
You make me feel like dancing
I feel like dancing, dancing
Dance the night away
I feel like dancing, dancing
Dance the night away

Dançar é muito bom! Faz bem à alma!!
Faz-me muito bem!!

P.S. - Vivam os penteados e os despenteados...

Grande noite...


Depois de um belo filme, estava na hora de morder qualquer coisa...


O hamburguer estava uma delícia e a bela da "batatonga" à séria, estava boa mas boa.

Melhor que isso, a companhia e claro a conversa, apenas interrompida pela música ao vivo. Do nada recuei um por par de anos... ok, eu confesso... foi mais uma boa dúzia de anos. Claro que cantei todas.

Mas porque os senhores cantava bem, mas não encantavam... mudámos de ritmo!!


Entre Salsa e Kizomba rodopiámos como se não houvesse amanhã!!

Desta vez, nem a água me parou a disgestão ;-)
A repetir!!

Cenas que ficam...

A Vida es Bella, filme de grande sucesso mundial realizado em 1997 por Roberto Benigni, actor e realizador italiano. Nos papéis principais encontram-se Roberto Benigni (Guido), Nicoletta Braschi (Dora) e Giorgio Cantarini (Giosué).
Guido
é um jovem rústico que vem para a cidade com um amigo para se empregar como criado de mesa. Conhece e apaixona-se por Dora, uma professora que se encontra noiva dum fascista. Gradualmente, consegue conquistar o coração daquela a quem chama principessa, muito devido à sua espontaneidade, sentido de humor e romantismo. Numa noite em que vê o seu tio (Giustino Durano) ser ameaçado por anti-semitas, Guido enche-se de coragem e rapta Dora com o consentimento desta. Casam-se e geram um filho, Giosué.

Cinco anos depois, vivem humildemente como donos duma pequena livraria. Devido ao facto de serem judeus, Giosué, Guido e o seu tio são presos e levados para um comboio que os conduzirá para um campo de concentração. Como não deseja separar-se da sua família, Dora sacrifica-se e embarca no mesmo comboio.
Para evitar que o filho se aperceba dos horrores do campo de concentração, Guido cria todo um mundo de fantasia, explicando-lhe que estão num campo de férias e que toda a situação é um jogo com um prémio final original: um tanque de guerra.

Este foi um dos filmes mais lucrativos de 1997, tendo gerado alguma controvérsia por ter tratado de forma ligeira e mordaz o Holocausto.

Escrito, realizado e protagonizado por Benigni, este foi o filme que permitiu a consagração internacional do italiano não só como um cómico versátil mas também como um hábil e imaginativo contador de histórias.

Foi alvo duma grande campanha de difusão nos EUA onde o filme foi bem aceite, muito devido aos três Óscares que venceu: Melhor Banda Sonora Original (composta por peças magistrais da autoria de Nicola Piovani), Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Actor para Roberto Benigni que suplantou inesperadamente o favorito Tom Hanks. Surpreendido, Benigni protagonizou um dos discursos de aceitação mais exuberantes da História dos Óscares.
Da British Academy Awards recebeu os prémios para o Melhor Filme em Língua Estrangeira e o Melhor Argumento Original.
No Festival de Cannes, atribuíram-lhe o Grande Prémio do Júri e a Palma de Ouro.
No Festival Mundial de Cinema de Montreal, foi premiado com o People's Choice Award.
Para além destes prémios, foram-lhe atribuídos muitos outros que fazem de La Vita è Bella um marco na história do cinema.

"A Vida é Bela" é uma deliciosa fábula, e um hino à vida nos duros tempos da europa da Segunda Guerra Mundial, onde o nosso protagonista Guido, um homem inocente, terá que utilizar a sua imaginação e força de vontade para salvar as vidas daqueles que ama. Romântico, hilariante, surpreendente e comevedor, este filme é um dos mais belos momentos de cinema!

domingo, 1 de março de 2009

O Rapaz do Pijama às Riscas...

Deste fim de semana, não podia passar! Depois de sucessivos avanços e recuos... estava mais do que decidido.
O A. N. fez-me companhia e lá fomos nós!!
O filme, "O rapaz do Pijama às riscas" - The boy in the Striped Pajamas, adaptação do livro John Boyne, conta uma parte (triste) da história da humanidade.... vista pelos olhos de crianças.


Um rapaz de oito anos, Bruno (Asa Butterfield) é o protegido filho de um agente nazi (David Thewlis) cuja promoção leva a família a sair da sua confortável casa em Berlim para uma despovoada região onde o solitário jovem não encontra nada para fazer, nem ninguém com quem brincar.
Recluso da sua própria casa, diante de homens fardados que não compreende, Bruno é alimentado somente pela sua imaginação e desejo de aventura, numa curiosidade desmedida sobre a quinta próxima da sua casa, onde os trabalhadores são estranhos, visto que usam pijamas durante o dia, desconhecendo a dura realidade de que se trata de facto de um campo de concentração.
Esmagado pelo aborrecimento e traído pela curiosidade, Bruno ignora os constantes avisos da mãe (Vera Farmiga) para não explorar o jardim, por detrás da casa, e dirige-se à "quinta" que viu ali perto.
Nesse local, Bruno conhece Shmuel (Jack Scanlon), um rapaz da sua idade que vive numa realidade paralela, do outro lado da vedação de arame farpado, a cerca onde não se pode tocar... Ingénuo sobre a natureza daquele mundo, Bruno procura alimentar esta amizade, desconhecendo as proporções da realidade que se desenvolve à sua volta.
O encontro de Bruno com este rapaz de pijama às riscas vai arrancá-lo da sua inocência e resultar no despontar da sua consciência sobre o mundo adulto que o rodeia.
Os repetidos e secretos encontros com Shmuel desaguam numa amizade com consequências inesperadas e devastadoras.

Neste conto sobre perda de inocência, reconhecemos um relato diferente sobre o holocausto da II Guerra Mundial. Tendo como cerne a família e sociedade alemã, que em alguns casos não é sinónimo absoluto de nazi, assistindo ao decompor de camadas sociais, vividas por conflitos entre as personagens, que reconstroem a perda de ingenuidade de um povo que se viu diante de um terror maior do que esperado, numa altura onde já era tarde demais para ser tomada alguma acção. Bruno simboliza esse optimismo, quase fantasioso, de um país que se draga a si mesmo, consumindo qualquer humanidade que restara.

Com este filme, Mark Herman permite-nos sentir a influência que uma farda nazi tem no tratamento de uma amizade, originando actos incompreensíveis para quem os comete, mais ainda para as vítimas…
Dá-nos a perspectiva ‘inocente’ do holocausto, as dúvidas permanentes sobre a vida das pessoas de “pijama às riscas”, naquele mundo que não é senão bélico, feio, escuro e pleno de sofrimento, o que confere um grau de sentimentalismo ao filme muito intenso.

O Rapaz do Pijama às Riscas, aborda temas importantes como a essência da amizade, os actos de humildade – mesmo sob as circunstâncias mais adversas – os (ab)usos de obediência, assim como o desenvolvimento gratuito do preconceito, apesar das consequências destrutivas que este atinge - nas pessoas e nos seus valores.

Mais uma visão sobre a II Guerra Mundial, desta vez pelos olhos de duas crianças. Uma visão fria mas simultâneamente inocente...
Não é inovador em termos de argumentos, mas não consegui evitar ficar impressionada com algumas cenas do filme. Com um final um pouco inesperado.

São os campos de concentração, a guerra vista pelos olhos de duas criança. Mais um ângulo de visão da perseguição nazi aos judeus.O mesmo assunto numa história muito diferente. Quem gostou do filme A vida é Bela de Roberto Benigni, não deve perder ....

Gostei mesmo muito... e não consegui conter as lágrimas... pela Amizade, pela Inocência... por me deixar a pensar...

E se trouxermos este filme para o nosso dia-a-dia, de cada vez que vemos um noticiário e vemos os confrontos israelo-palestinianos? De que lado do “campo de concentração” está a verdade?

Até que ponto é que nós, adultos, somos capazes de agir da forma que Bruno agiu perante um amigo? Quantas vezes nos deixamos influenciar por quem nos rodeia em detrimento de uma amizade? Quanta vezses dizemos que a culpa não é nossa?
«As barreiras podem dividir-nos… mas a esperança vai unir-nos.»

Vale a pena pensar nisto...

P.S. - Obrigada pela tua excelente companhia!!

30 de exercício e grande paródia...

Há umas semanas atrás, a P. fez-nos o desafio... "vão se divertir, venham lá que vai ser giro!"

Quem me conhece, sabe bem que o ginásio não é algo que me faça feliz. Muito menos um ginásio onde não há piscina e mais... não há homens!
Eu não só nada defensora da divisão dos sexos e confesso que a ideia nunca me fez vibrar. Não que não ache o conceito interessante, mas... Não me identifico com...

Mas como cada vez mais digo menos que não aos desafios, lá fui... ou melhor... lá fomos!

Devem ter sido os 30 minutos mais longos da nossa vida... sim, porque na verdade, nem aquecemos... vamos passando pelos equipamentos de que dispõem, constituídos por amortecedores hidráulicos, a uma velocidade que não lembra a ninguém...

Ainda bem que não fui a única a achar o mesmo... Quando a malta começava a adaptar-se à máquina... já estávamos noutra.

A verdade é que exercitei os maxilares como se não houvesse amanhã... ri-me (ri-mo-nos) à grande!!

Se foi giro?! Claro que sim. Fomos 6 resistentes aventureiras e portámo-nos muito bem. Nada de mazelas... só exigimos um bom almoço para compensar - esta parte fica só entre nós ;-)

P.S. - Ainda houve quem se oferecesse para nos dar umas massagens...

Parabéns T...


Ontem o T. celebrou mais um Ano de vida!!
E a S. quis que o dia ficasse para sempre como um elo de ligação entre nós...
As tias N's não cabiam em si de contentes...
sim, chorámos!!

Um Beijo Muito Grande para ti das tias... ou será das madrinhas?

P.S. - nunca esqueceremos a parte em que disseste:
"senor, eu tenho uma penda" ;-)
Esta também foi de ir às lágrimas.