sexta-feira, 20 de março de 2009
Parabéns T....

Quando conheci o T., ele era "mínimo". Tinha 3 anos e era cara chapada do paizinho dele, o meu querido P.V. e um poço de charme, como a minha Maninha ;-)
Conheci-os através dos meus Pais, que por sua vez os conheceram a bordo de um voo charter a caminho de umas belas férias em Pipa - Natal - Brasil.
lembro-me que quando fui pela primeira vez lá a casa, o T. abriu o portão e disse: "olá, eu sou o T. e sou filho do dono da casa!!!"
Não é o máximo?!
Não é o máximo?!
Pois que no dia 17 - claro que só o post está atrasado - o T. fez 12 anos (definitivamente, estou a ficar crescida).
Está enorme, e continua um querido... Parabéns meu lindo!!
Um beijo da N,
Sábado estamos juntos!!
Recauchutagem...
O A.R., Pai da minha Grande Amiga N. tem o coração como novo!A cirurgia par colocação do Bypass correu bem e agora há que recuperar... com tranquilidade ;-)
Força ao A.R., que adoro e à I.R. que está "solteira à força", sem o seu companheiro, segunda-feira, está quase aí ;-) passa depressa!
Um beijo especial à minha querida N. e aos manos M. e A.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Cá está o relatório...
Tenho a sorte de ter o melhor público do Mundo”, disse Tony Carreira no início do concerto de Sábado à noite no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
O cenário era o de um anfiteatro, cujos degraus, nos quais se distribuem os músicos - uma orquestra de cinquenta músicos dirigida por Patrick Oliver e pelo cantor - ficaram cobertos de luzes.
O músico entrou pelo topo e começou a descer até ao palco. Na digressão ‘O Homem que Sou’, o cantor, ligeiramente atrasado, face à hora marcada, escolheu ‘Por Amor Não me Arrependo’ para abrir o espectáculo. À sua frente tinha uma sala cheia – 16 mil bilhetes vendidos – para ouvir 16 temas.
E o que dizer das fotos em tamanho real, dos cartazes e das T-shirts...
O melhor cartaz dizia "os teus fans da..." (não vou referir para não ferir suscetibilidades). Não, não me enganei a escrever...
A melhor t-shirt, para mim, foi...
"Tony és o meu Anti-depressivo!"
Não é lindo?! Eu achei ;-)
Na plateia do Pavilhão Atlântico estiveram, para além de mim, do A.N., da P. do G. e da C., (que se juntou a nós), Teresa Guilherme, Carla Baía (ex-mulher do futebolista João Pinto), José Carlos Malato, Maria Elisa Domingues, Carlos Ribeiro, Cinha jardim e as suas ricas filhas, a mulher e os dois filhos mais novos e eu já tinha dito, eu... Ehehehe e o fotógrafo António Gamito.
De acordo com os gritos... o filho David Carreira.
"David és lindo!" - era o que se ouvia
Depois da canção inicial, seguiu-se ‘A Cantar’, outro dos temas que integram o disco que dá o nome à digressão de Tony Carreira, acompanhado pelos 18 membros da orquestra, incluindo seis violinistas (bom, mas bom! e não estou a ser nada irónica - que fique claro!) que actuou no anfiteatro luminoso.
Um grande ecrã, exibiu imagens e palavras durante toda o concerto, ocupou o fundo do palco do Pavilhão Atlântico. Três outros ecrãs, mais pequenos, enquadraram ainda o cantor. O cenário desta digressão caracteriza-se, segundo ouvi pelos fiéis do artista, por ser mais complexo que o utilizado em 2008. Num dos temas, em que o cantor homenageia o avô, a imagem deste surgiu no grande ecrã. Confesso que mexeu comigo... quem me conhece sabe bem porquê.
Arrebatado o público com os primeiras temas, o espectáculo prosseguiu com ‘Vagabundo por Amor’, ‘Que Vai Ser de Mim?’, ‘Como Antes do Adeus’, ‘A Cantar’, ‘Eu Sem Ti’, ‘Onde Estiveres’, ‘Coração Perdido’, ‘Porque É que Vens?’, ‘Mesmo que Seja Mentira’, ‘A Minha Guitarra’, ‘Sonhos de Menino’, e ‘Sabor a Ti’.
Esta foi terceira vez que Tony Carreira pisou o palco do Pavilhão Atlântico, depois já o ter feito em 2003 e 2006.
O espectáculo assinalou igualmente o início da digressão 20 Anos.
Não sabendo, integralmente, a letra de nenhuma música e não sendo fã de Tony Carreira, tiro-lhe o chapéu e aplaudi-o de pé (sim, porque nunca me sentei)!!
O espectáculo está muito bem montado e o cantor revelou saber mimar os fãs... Mulheres e Homens (que não iam só para acompanhar as senhoras... eu bem os vi a dominar a coisa). Desde agradecer as inúmeras flores que recebeu e os mais que muitos pacotes de Bolacha Maria, em alusão a relação do cantor com o Avô, Tony Carreira soube gerir todos os minutos.
Começo a achar que vale a pena ser fã de um artista assim ;-)
O que dizem os fãs - à séria...
"Este é o presente de aniversário adiantado da minha mãe e é a primeira vez que venho a um concerto dele. Ouço-o desde pequena e adoro o Tony!"
(Andreia amaro, 26 anos, Empregada de balcão da Brandoa)
"Comprei o bilhete para o concerto há um mês e vim aqui ao Pavilhão Atlântico porque gosto de ouvir o Tony. Até já trabalhei com ele, a montar um concerto."
(Bruno Fonseca, 28 anos, Ajudante de montagens de Queluz)
"Vou atrás do Tony onde quer que ele vá. Sempre! Já fui a França só para o ver, ainda tenho cassetes dele em casa e guardo sempre os bilhetes dos concertos a que vou."
(Fernanda Freitas, 54 anos, Doméstica do Entroncamento)
P.S.1 - estes depoimentos foram retirados na net, mas asseguro-vos que estava lá muito Dr., Eng., Arquitecto e empresário... até eu estive! Já tinha dito, não é ?! ;-)
O cenário era o de um anfiteatro, cujos degraus, nos quais se distribuem os músicos - uma orquestra de cinquenta músicos dirigida por Patrick Oliver e pelo cantor - ficaram cobertos de luzes.
O músico entrou pelo topo e começou a descer até ao palco. Na digressão ‘O Homem que Sou’, o cantor, ligeiramente atrasado, face à hora marcada, escolheu ‘Por Amor Não me Arrependo’ para abrir o espectáculo. À sua frente tinha uma sala cheia – 16 mil bilhetes vendidos – para ouvir 16 temas.
Um espectáculo muito bem montado... pensado ao pormenor...
Minutos antes de o espectáculo começar, já o Pavilhão Atlântico começava a encher, com os olhares dos milhares de fãs de Tony Carreira a procurarem rostos que só costumam ver nas revistas.
Para mim, o espectáculo começou mesmo na rua... a histeria era mais que muita... e os comentários... só ouvidos.
Para mim, o espectáculo começou mesmo na rua... a histeria era mais que muita... e os comentários... só ouvidos.
Depois de tudo o que ouvi "Tony és lindo" e "tu mereces" não é nada!
É fantástico... inacreditável, diria Tomé e eu... que estava numa de "ver para crer!"
Assim que as portas se abriram, era vê-los e vê-las a correr, como se fossem "tirar o pai da forca".
Já dentro do pavilhão, tivemos direito a cenas hiper-mega caricatas... os senhores de Abrantes que num pequeno grupo de 27 elementos nos pediam ajuda para lhes guardarmos lugar... lá está um grupo... tão organizado que na outra ponta, o mesmo grupo tinha outros 27 lugares guardados...
O grupo de rapazes que à capela entoou alguns temas à capela e pôs o pavilhão e eu própria a aplaudir... não sem antes me rir à grande...
É fantástico... inacreditável, diria Tomé e eu... que estava numa de "ver para crer!"
Assim que as portas se abriram, era vê-los e vê-las a correr, como se fossem "tirar o pai da forca".
Já dentro do pavilhão, tivemos direito a cenas hiper-mega caricatas... os senhores de Abrantes que num pequeno grupo de 27 elementos nos pediam ajuda para lhes guardarmos lugar... lá está um grupo... tão organizado que na outra ponta, o mesmo grupo tinha outros 27 lugares guardados...
O grupo de rapazes que à capela entoou alguns temas à capela e pôs o pavilhão e eu própria a aplaudir... não sem antes me rir à grande...
E o que dizer das fotos em tamanho real, dos cartazes e das T-shirts...
O melhor cartaz dizia "os teus fans da..." (não vou referir para não ferir suscetibilidades). Não, não me enganei a escrever...
A melhor t-shirt, para mim, foi...
Não é lindo?! Eu achei ;-)
Na plateia do Pavilhão Atlântico estiveram, para além de mim, do A.N., da P. do G. e da C., (que se juntou a nós), Teresa Guilherme, Carla Baía (ex-mulher do futebolista João Pinto), José Carlos Malato, Maria Elisa Domingues, Carlos Ribeiro, Cinha jardim e as suas ricas filhas, a mulher e os dois filhos mais novos e eu já tinha dito, eu... Ehehehe e o fotógrafo António Gamito.
"David és lindo!" - era o que se ouvia
E que dizer dos inúmeros fãs que assistiram aos concertos de Lisboa nos dois dias?!
As senhoras que estavam, bem à nossa frente, eram disso exemplo...
Depois da canção inicial, seguiu-se ‘A Cantar’, outro dos temas que integram o disco que dá o nome à digressão de Tony Carreira, acompanhado pelos 18 membros da orquestra, incluindo seis violinistas (bom, mas bom! e não estou a ser nada irónica - que fique claro!) que actuou no anfiteatro luminoso.
Um grande ecrã, exibiu imagens e palavras durante toda o concerto, ocupou o fundo do palco do Pavilhão Atlântico. Três outros ecrãs, mais pequenos, enquadraram ainda o cantor. O cenário desta digressão caracteriza-se, segundo ouvi pelos fiéis do artista, por ser mais complexo que o utilizado em 2008. Num dos temas, em que o cantor homenageia o avô, a imagem deste surgiu no grande ecrã. Confesso que mexeu comigo... quem me conhece sabe bem porquê.
Arrebatado o público com os primeiras temas, o espectáculo prosseguiu com ‘Vagabundo por Amor’, ‘Que Vai Ser de Mim?’, ‘Como Antes do Adeus’, ‘A Cantar’, ‘Eu Sem Ti’, ‘Onde Estiveres’, ‘Coração Perdido’, ‘Porque É que Vens?’, ‘Mesmo que Seja Mentira’, ‘A Minha Guitarra’, ‘Sonhos de Menino’, e ‘Sabor a Ti’.
Esta foi terceira vez que Tony Carreira pisou o palco do Pavilhão Atlântico, depois já o ter feito em 2003 e 2006.
O espectáculo assinalou igualmente o início da digressão 20 Anos.
Não sabendo, integralmente, a letra de nenhuma música e não sendo fã de Tony Carreira, tiro-lhe o chapéu e aplaudi-o de pé (sim, porque nunca me sentei)!!
O espectáculo está muito bem montado e o cantor revelou saber mimar os fãs... Mulheres e Homens (que não iam só para acompanhar as senhoras... eu bem os vi a dominar a coisa). Desde agradecer as inúmeras flores que recebeu e os mais que muitos pacotes de Bolacha Maria, em alusão a relação do cantor com o Avô, Tony Carreira soube gerir todos os minutos.
O que dizem os fãs - à séria...
"Este é o presente de aniversário adiantado da minha mãe e é a primeira vez que venho a um concerto dele. Ouço-o desde pequena e adoro o Tony!"
(Andreia amaro, 26 anos, Empregada de balcão da Brandoa)
"Comprei o bilhete para o concerto há um mês e vim aqui ao Pavilhão Atlântico porque gosto de ouvir o Tony. Até já trabalhei com ele, a montar um concerto."
(Bruno Fonseca, 28 anos, Ajudante de montagens de Queluz)
"Vou atrás do Tony onde quer que ele vá. Sempre! Já fui a França só para o ver, ainda tenho cassetes dele em casa e guardo sempre os bilhetes dos concertos a que vou."
(Fernanda Freitas, 54 anos, Doméstica do Entroncamento)
P.S.1 - estes depoimentos foram retirados na net, mas asseguro-vos que estava lá muito Dr., Eng., Arquitecto e empresário... até eu estive! Já tinha dito, não é ?! ;-)
P.S.2 - E não é que o meu amigo Tony N. também foi surpreendido... sim... sem saber bem como, apareceu-lhe uma fã ;-)
Gostei!! Eheheheh.
P.S.3 - Claro que a F. esteve comigo... tinha prometido que um dia íamos as duas... levei-a na mesma ;-)
Giro, mas giro... era ir ver concerto a Paris... ai Olympia ;-)
sábado, 14 de março de 2009
É hoje...
De hoje não passa!!
Levo-a no meu coração ;-)
Levo-a no meu coração ;-)
P.S. - Depois da análise sociológica, a minha maior motivação,
escrevo a tese ;-)
Boa música...
Josh Groban - You Are Loved (Dont Give Up)
Josh Groban - You're Still You
Seal - Amazing
Ivete Sangalo - Se Eu Não Te Amasse
Ivete Sangalo - Quando a Chuva Passar
Michael Bublé - Everything
James Blunt - You're beautiful
(tocar quando cheguei - sabes muito sabes... ehehehe)
Estava óptimo!...

E não é que alguns anos depois voltamos a jantar...
Desta vez, a coisa foi mais intimista. Foi um jantar a dois, em casa e sem catering ;-)
Sim, porque eu supervisionei tudo, excepto a sopa de morangos que já estava a gelar...
A mesa estava impecavelmente posta. Não faltava nada... nem as velas.
Enquanto cozinhavas, falamos imenso - de mim, de ti, de nós, do passado e do presente. E claro, falamos dos que nos rodeiam. Dos que amamos e, inevitavelmente, dos que amámos. Faz parte.
Em comum, a perda da chama - talvez a forma mais simples de justificar uma ruptura.
Em comum, o facto de conseguirmos ver o lado bom do divórcio e de reconhecer a importância que ele teve em fazer de nós novas pessoas! E como se nota!
Em comum, a vontade de aproveitar a vida a cada momento, sem desperdiçar oportunidades de sermos felizes.
Enquanto isso, o folhado de chévre com mel fervilhava no forno. Eu mexia o puré de coentros e tu tratavas da carne biológica... Uhm... o menu prometia, mais não seja, porque os olhos também comem, e porque o cheiro tomava conta do cenário.
A dj N. ia tomando conta da banda sonora - havia cds estrategicamente visíveis ;-) - que fazem parte da nossa memória.
Já era tarde, quando nos sentámos à mesa e com tranquilidade fomos degustando tudo, apenas interrompendo para uma estratégica mudança de cd.
Enquanto o a efusão se fazia, porque há coisas que não mudam, foi tempo de visita guiada ao chalet - do exterior ao interior - pleno de bom gosto.
Regressámos à mesa e desfrutámos do tempo do chá... recordámos a noite / madrugada / amanhecer em que nos conhecemos. Seguiu-se uma sessão fotográfica, e mais conversa, muita conversa.
Acabámos e ver um filme, depois de uma breve passagem pelo concerto de Seal em Dubin.
Uma boa companhia, numa noite bem "engraçada"...
P.S. - vamos ao curso de culinária, é bem mais divertido que uma pós-graduação em Banca Seguros e Mercados Financeiros ;-))
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