O cenário era o de um anfiteatro, cujos degraus, nos quais se distribuem os músicos - uma orquestra de cinquenta músicos dirigida por Patrick Oliver e pelo cantor - ficaram cobertos de luzes.
O músico entrou pelo topo e começou a descer até ao palco. Na digressão ‘O Homem que Sou’, o cantor, ligeiramente atrasado, face à hora marcada, escolheu ‘Por Amor Não me Arrependo’ para abrir o espectáculo. À sua frente tinha uma sala cheia – 16 mil bilhetes vendidos – para ouvir 16 temas.
Para mim, o espectáculo começou mesmo na rua... a histeria era mais que muita... e os comentários... só ouvidos.
É fantástico... inacreditável, diria Tomé e eu... que estava numa de "ver para crer!"
Assim que as portas se abriram, era vê-los e vê-las a correr, como se fossem "tirar o pai da forca".
Já dentro do pavilhão, tivemos direito a cenas hiper-mega caricatas... os senhores de Abrantes que num pequeno grupo de 27 elementos nos pediam ajuda para lhes guardarmos lugar... lá está um grupo... tão organizado que na outra ponta, o mesmo grupo tinha outros 27 lugares guardados...
O grupo de rapazes que à capela entoou alguns temas à capela e pôs o pavilhão e eu própria a aplaudir... não sem antes me rir à grande...
E o que dizer das fotos em tamanho real, dos cartazes e das T-shirts...
O melhor cartaz dizia "os teus fans da..." (não vou referir para não ferir suscetibilidades). Não, não me enganei a escrever...
A melhor t-shirt, para mim, foi...
Não é lindo?! Eu achei ;-)
Na plateia do Pavilhão Atlântico estiveram, para além de mim, do A.N., da P. do G. e da C., (que se juntou a nós), Teresa Guilherme, Carla Baía (ex-mulher do futebolista João Pinto), José Carlos Malato, Maria Elisa Domingues, Carlos Ribeiro, Cinha jardim e as suas ricas filhas, a mulher e os dois filhos mais novos e eu já tinha dito, eu... Ehehehe e o fotógrafo António Gamito.
De acordo com os gritos... o filho David Carreira.
"David és lindo!" - era o que se ouvia
E que dizer dos inúmeros fãs que assistiram aos concertos de Lisboa nos dois dias?!
As senhoras que estavam, bem à nossa frente, eram disso exemplo...
Depois da canção inicial, seguiu-se ‘A Cantar’, outro dos temas que integram o disco que dá o nome à digressão de Tony Carreira, acompanhado pelos 18 membros da orquestra, incluindo seis violinistas (bom, mas bom! e não estou a ser nada irónica - que fique claro!) que actuou no anfiteatro luminoso.
Um grande ecrã, exibiu imagens e palavras durante toda o concerto, ocupou o fundo do palco do Pavilhão Atlântico. Três outros ecrãs, mais pequenos, enquadraram ainda o cantor. O cenário desta digressão caracteriza-se, segundo ouvi pelos fiéis do artista, por ser mais complexo que o utilizado em 2008. Num dos temas, em que o cantor homenageia o avô, a imagem deste surgiu no grande ecrã. Confesso que mexeu comigo... quem me conhece sabe bem porquê.
Arrebatado o público com os primeiras temas, o espectáculo prosseguiu com ‘Vagabundo por Amor’, ‘Que Vai Ser de Mim?’, ‘Como Antes do Adeus’, ‘A Cantar’, ‘Eu Sem Ti’, ‘Onde Estiveres’, ‘Coração Perdido’, ‘Porque É que Vens?’, ‘Mesmo que Seja Mentira’, ‘A Minha Guitarra’, ‘Sonhos de Menino’, e ‘Sabor a Ti’.
Esta foi terceira vez que Tony Carreira pisou o palco do Pavilhão Atlântico, depois já o ter feito em 2003 e 2006.
O espectáculo assinalou igualmente o início da digressão 20 Anos.
Não sabendo, integralmente, a letra de nenhuma música e não sendo fã de Tony Carreira, tiro-lhe o chapéu e aplaudi-o de pé (sim, porque nunca me sentei)!!
O espectáculo está muito bem montado e o cantor revelou saber mimar os fãs... Mulheres e Homens (que não iam só para acompanhar as senhoras... eu bem os vi a dominar a coisa). Desde agradecer as inúmeras flores que recebeu e os mais que muitos pacotes de Bolacha Maria, em alusão a relação do cantor com o Avô, Tony Carreira soube gerir todos os minutos.
O que dizem os fãs - à séria...
"Este é o presente de aniversário adiantado da minha mãe e é a primeira vez que venho a um concerto dele. Ouço-o desde pequena e adoro o Tony!"
(Andreia amaro, 26 anos, Empregada de balcão da Brandoa)
"Comprei o bilhete para o concerto há um mês e vim aqui ao Pavilhão Atlântico porque gosto de ouvir o Tony. Até já trabalhei com ele, a montar um concerto."
(Bruno Fonseca, 28 anos, Ajudante de montagens de Queluz)
"Vou atrás do Tony onde quer que ele vá. Sempre! Já fui a França só para o ver, ainda tenho cassetes dele em casa e guardo sempre os bilhetes dos concertos a que vou."
(Fernanda Freitas, 54 anos, Doméstica do Entroncamento)
P.S.1 - estes depoimentos foram retirados na net, mas asseguro-vos que estava lá muito Dr., Eng., Arquitecto e empresário... até eu estive! Já tinha dito, não é ?! ;-)
P.S.2 - E não é que o meu amigo Tony N. também foi surpreendido... sim... sem saber bem como, apareceu-lhe uma fã ;-)
Gostei!! Eheheheh.
P.S.3 - Claro que a F. esteve comigo... tinha prometido que um dia íamos as duas... levei-a na mesma ;-)
Giro, mas giro... era ir ver concerto a Paris... ai Olympia ;-)
1 comentário:
Que relatório fantástico...
Foi uma noite memorável...imagino!
Do Tony digo o que já ouvi...
"Primeiro estranha-se depois entranha-se"
Bj J.
Enviar um comentário